ENTEROENTEROANASTOMOSE

Esta cirurgia apenas modifica o trajeto do alimento criando dois caminhos. O primeiro mais estreito (que restringe parcialmente o jejuno distal à anastomose) para efetuar uma diminuição da entrada do quimo em parte do jejuno e do íleo (a pessoa só engorda porque absorve nutrientes a mais do que
deveria); o segundo deixando o intestino normal, facilitando a passagem de mais nutrientes da porção inicial do jejuno e do íleo terminal para o intestino grosso que só absorve líquidos e alguns minerais. O quimo que segue pelo trajeto estreito (restritivo) é totalmente absorvido para suprir as necessidades de sais minerais, vitaminas e nutrientes para as células e o mais largo, como um atalho, enteroenteroanastomose, deixa fluir mais quimo do intestino delgado para o grosso.
A absorção de calorias pelo intestino delgado estará diminuída com a ingestão de água junto com as refeições e, em consequência, ocorrerá perda de peso com melhora de uma série de doenças direta ou indiretamente relacionadas com a obesidade sem abster-se do maior prazer da vida que é “o comer”. Não
retira nem isola nenhum segmento do estômago ou do intestino. Respeita os princípios fisiológicos de absorção de cada órgão e é 100% reversível em casos de complicações.
Essa técnica preenche as normas preconizadas pela cirurgia ideal, segundo professor Aniceto Baltazar, Alcoy-Espanha. Ela é 100% reversível em caso de complicações.
